O mercado de marketing digital e principalmente o inbound commerce sempre está em busca de inovação. Evoluir faz parte do processo quando se tem tanta concorrência em todas as áreas, e inovar para se destacar e conquistar o almejado crescimento é uma tarefa desafiadora no mercado atual.

Pensando nisso o criador do termo Growth Hacker, Sean Ellis começou a analisar empresas com crescimento rápido como Airbnb, Dropbox, Uber e Facebook para entender qual era o modelo de negócios e como eles conquistavam esse desenvolvimento relâmpago, chegando a conclusão de que todas as ações das pessoas ligadas a estratégia de mercado eram voltadas a inovação e principalmente em resultados. Tudo era realizado para ser escalável e causar impacto no mercado onde operam.

Os significados de cada uma das palavras que compõe são esses:

Growth – Crescimento;

Hack – Brecha, Espaço, Corte;

Hacking – O ato de explorar e descobrir brechas.

Foco no público-alvo

Para ter sucesso no growth hacking, o e-commerce tem que focar diretamente no seu público-alvo, buscando oferecer soluções inovadoras e que conectem os leads a sua loja virtual no menor espaço de tempo possível. Oferecer serviços que surpreendam e superem expectativas e estar presente em mídias online é essencial para vincular pessoas a sua marca. A diferença do Growth hacking para o marketing tradicional é que ele é voltado para identificar oportunidades e melhorias para todos os setores de uma loja virtual, buscando resolver problemas com soluções inteligentes em muito pouco tempo. A equipe de growth hacking sempre deve estar atenta a tudo que acontece na empresa e oferecer inovações e atalhos para a evolução de todo o funil de vendas usando as técnicas do “funil” específico de ações e mentalidade do Growth hacking.

Funil do Growth Hacking

Diferentemente do funil de vendas tradicional do Marketing digital, esse não possui uma ordem sequencial, mas sim um composto de momentos que ocorrem e direcionam á ações especificas de acordo com cada um deles.

Aquisição

No processo de aquisição, o foco é desenvolver métodos para acelerar a atração e geração de novos leads para a loja virtual. O processo consiste em testar inovações em Landing pages, Formulários, Blogs, Redes sociais e SEO.

Ativação

Entregar uma boa experiência ao cliente desde o início do relacionamento faz parte do processo de ativação. Superar expectativas faz parte da vinculação com a marca e garante o relacionamento futuro.

Retenção

Em retenção a estratégia é manter clientes satisfeitos e estimular a recompra de produtos. Se temos como mensurar a usabilidade e durabilidade dos produtos que fornecemos, poderemos realizar ações para lembrá-los de que seu produto está acabando, ou que existem novidades que sejam alinhadas com compras anteriores, cupons de desconto e promoções, mantendo o cliente próximo, satisfeito, informado e vinculado a sua marca.

Receita

A receita mostra que você agiu corretamente e está melhorando o seu CAC (Custo de aquisição do cliente) e ROI (Retorno sobre o investimento). Ações que estimulem a ampliação de receita favorecendo a majoração do LTV (Life time value)de cada cliente é bem interessante nesta etapa. Crie campanhas e estruture sua loja virtual para estimular o cross-selling e up-selling para aumentar sua receita.

Indicações

Ter um cliente que indica sua loja é um excelente sinal de satisfação com o relacionamento e produto. Na métrica de NPS (Net Promotion Score), quem indica sua loja é chamado de Promotores, que são clientes que como o nome diz, promovem a imagem da sua empresa divulgando a boa experiência e qualidade dos seus produtos/serviços. O objetivo de toda a jornada de compra é conquistar o maior número de Promotores possível, então fique atento a qualidade do início ao fim para conquistar fãs e bombar sua loja de recomendações!

Em soma com as ações acima, temos o ciclo do Growth hacking que é o processo de:

Analisar – Que se trata da análise de dados referentes para coletar insights e projetar campanhas direcionadas.

Conceber – Que é a geração de ideias e executar um planejamento de ações baseada nos insights e informações coletadas.

Priorizar – Priorizar processos inovadores e garantir agilidade em novos experimentos.

Testar – Testar o que deu certo e trabalhar ideias que não deram em busca de sucesso.

Existem pessoas que denominam o Growth hacking como a evolução do marketing digital, ou seja, que essas ações vieram para transformar e para ficar nas estratégias das lojas virtuais. Ser inteligente, determinado, ágil nas decisões e inovador são atributos conhecidos, mas quando somados temos quase todos os ingredientes para se ter sucesso em inbound commerce com a utilização de ações do growth hacking.

Equipe UMB